Bitcoin recupera US$ 83 mil enquanto as altcoins sobem
O Bitcoin se recuperou e voltou a ficar acima de US$ 83.000 em 19 de outubro, após cair brevemente para cerca de US$ 80.500 durante o fim de semana. Leituras do IPC e do IPP dos EUA acima do esperado intensificaram as preocupações com a inflação e pressionaram os ativos de risco. Mais tarde, os futuros dos EUA passaram a operar em alta, amenizando os temores imediatos de uma liquidação generalizada. Em 21 de outubro, o Bitcoin havia subido para US$ 83.600, depois de cair abaixo de US$ 81.000, elevando sua capitalização de mercado para cerca de US$ 1,67 trilhão e sua dominância para aproximadamente 60%.
A alta mais recente ampliou os ganhos em todo o mercado de criptomoedas. O ZEC subiu 13%, para US$ 1.267, e o NEAR avançou 11%; o ETH subiu 3,4%, ultrapassando US$ 2.450, o XRP avançou 4,5%, para US$ 1,35, e o SOL se recuperou para US$ 106, após sustentar o suporte em US$ 100. Antes, o ARB havia subido 9% e o RAY, 7%. A capitalização total do mercado cripto aumentou de cerca de US$ 2,76 trilhões para US$ 2,78 trilhões. A recuperação generalizada aponta para uma retomada das compras, mas não foi relatado nenhum catalisador claro além da força dos preços. Os operadores acompanham se o Bitcoin conseguirá se manter acima de US$ 83.000, enquanto as preocupações persistentes com a inflação podem voltar a pressionar os preços das criptomoedas.
Bullish
A volta do Bitcoin para acima de US$ 83.000, após uma breve queda abaixo de US$ 81.000, é um sinal positivo no curto prazo. A recuperação, a alta dos futuros dos EUA e os ganhos generalizados entre as principais criptomoedas sugerem que os compradores estão voltando e podem incentivar os traders de momentum a aumentar sua exposição caso o Bitcoin se mantenha acima de US$ 83.000. No entanto, os dois relatos apontam dados de inflação dos EUA mais altos do que o esperado como fonte de pressão, e o artigo mais recente não identifica um catalisador específico para a recuperação. Se o suporte não se mantiver, poderão ocorrer realização de lucros e uma nova onda de volatilidade. No longo prazo, a direção do preço dependerá de as preocupações com a inflação diminuírem e as compras persistirem; a alta, por si só, não estabelece uma tendência duradoura.