A Polkadot (DOT) prolongou sua queda. Em 17 de outubro, recuou cerca de 5%, para US$ 1,16–US$ 1,18, após não conseguir sustentar uma alta próxima de US$ 1,29, e teve dificuldade para voltar a US$ 1,20. Até 24 de outubro, o DOT havia caído mais 4%, para cerca de US$ 1,05, depois que outra breve alta até US$ 1,20 fracassou. Agora, os traders acompanham a faixa de US$ 1,00–US$ 1,02 como suporte de curto prazo; uma queda sustentada abaixo desse nível pode colocar US$ 0,95 e US$ 0,90 no radar. Uma recuperação acima de US$ 1,09–US$ 1,11 pode melhorar as perspectivas de curto prazo, com resistências próximas de US$ 1,15 e US$ 1,20. Nenhum evento específico relacionado à Polkadot foi identificado como causa. A incerteza geral do mercado cripto e a pressão vendedora persistente parecem estar pesando sobre o DOT. O limite de oferta de 2,1 bilhões de DOT e a redução na emissão não foram suficientes para compensar a demanda fraca. O acesso institucional inclui o ETF de Polkadot da 21Shares, enquanto a Grayscale retirou o registro de outro ETF. Os traders estarão atentos para saber se os compradores defenderão o suporte e absorverão a pressão vendedora.
A Microsoft deixou de ser a cliente âncora do data center de IA que a Nscale planejava construir em Loughton, Essex, depois que a operadora da rede elétrica do Reino Unido afirmou que talvez não haja energia suficiente até o início ou meados da década de 2030. A instalação deveria entrar em operação no fim de 2026 ou no início de 2027, com capacidade inicial de 50 MW e possibilidade de expansão para 90 MW, e abrigaria 23.040 GPUs Nvidia GB300 para o Azure. A Microsoft afirma que seus outros projetos com a Nscale na Noruega, em Portugal e nos Estados Unidos não foram afetados. A Nscale está avaliando opções de geração de energia no próprio local, incluindo células a combustível, mas seu empreendimento na Noruega também está atrasado: apenas 6,4 MW dos 30 MW planejados estão em operação. O cancelamento destaca as limitações da rede elétrica como um risco para o crescimento dos data centers de IA e pode levantar dúvidas sobre a capacidade da Nscale de cumprir seus planos antes do IPO previsto nos Estados Unidos. Para os traders de criptomoedas, não há impacto direto nos preços dos tokens; qualquer efeito sobre o sentimento em relação às criptomoedas ligadas à IA seria indireto e dependeria de os atrasos na infraestrutura desacelerarem ou não o crescimento mais amplo da IA.
Neutral
MicrosoftAI data centersPower gridNscaleAI infrastructure
A política de privacidade atualizada do Google, em vigor a partir de 16 de outubro, permite que informações derivadas do Gmail, Google Fotos, Drive e outros serviços conectados sejam usadas para personalizar anúncios quando os usuários ativam recursos de IA elegíveis. A mudança também esclarece que resumos, trechos e inferências gerados por IA podem ser utilizados; em alguns casos, os resumos podem se parecer bastante com o conteúdo original. O Google afirma que os anunciantes não podem acessar os e-mails, arquivos ou fotos originais dos usuários e que categorias sensíveis ficam excluídas da personalização de anúncios. As conexões com aplicativos ficam desativadas por padrão, e os usuários podem gerenciá-las, assim como as configurações de anúncios, em suas contas do Google. No entanto, algumas pessoas podem analisar dados processados pelo Modo IA e pelo Ask Maps, e desconectar um aplicativo ou excluir seu conteúdo não necessariamente apaga informações já mantidas no Histórico dos Serviços de Pesquisa. O Google também começou a testar anúncios no Modo IA para usuários que conectam serviços por meio do Personal Intelligence, sem especificar os mercados ou formatos. A atualização levanta questões sobre privacidade e uso de dados na publicidade com IA, mas não há impacto direto identificado nos preços ou nas operações de negociação de criptomoedas.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirma ter interceptado e destruído um míssil balístico houthi que tinha Riad como alvo. Não houve registro de vítimas no incidente mais recente, embora destroços de interceptações anteriores tenham causado ferimentos e danos leves. A ação da coalizão saudita ocorre em meio a ataques recorrentes com mísseis e drones ligados ao conflito no Iêmen. Não foi confirmada nenhuma mudança no espaço aéreo saudita nem nas operações de aviação. As probabilidades dos mercados de previsão oscilaram entre as notícias: a chance de fechamento do espaço aéreo saudita até 1º de novembro de 2026 caiu de 4,5% para 3,6%, enquanto a probabilidade até 1º de janeiro de 2027 subiu de 16,5% para 19%. São estimativas de mercado, não planos oficiais. Operadores de criptomoedas podem acompanhar o sentimento de risco regional, mas o incidente não é um catalisador direto e específico para nenhum criptoativo. Novos ataques ou comunicados oficiais de aviação podem influenciar o apetite por risco de forma mais ampla.
Neutral
Saudi ArabiaHouthisGeopolitical riskAirspace securityPrediction markets
Uma baleia de ETH adicionou margem em USDC para reduzir o risco de liquidação de uma grande posição comprada alavancada. Um relato anterior informou que a baleia depositou US$ 9,21 milhões, reduzindo o preço de liquidação do ETH de US$ 2.256 para US$ 2.181, e mantinha posições compradas de 115.473 ETH e 1.539,5 BTC, avaliadas em cerca de US$ 397 milhões no total. Uma atualização posterior da Lookonchain informou a adição de US$ 5,67 milhões em margem a uma posição de 93.184 ETH, avaliada em cerca de US$ 214 milhões, com níveis de liquidação de US$ 2.181,69 e US$ 2.177,79. A posição comprada em ETH apresentava uma perda não realizada de US$ 18,62 milhões e havia acumulado US$ 2,68 milhões em taxas de financiamento. Os relatos apresentam valores diferentes para a posição e o depósito, mas ambos indicam uma exposição alavancada substancial. A margem adicional da baleia de ETH reduz o risco imediato de liquidação; ainda assim, novas quedas do ETH podem pressionar a posição e aumentar a volatilidade do mercado.
O trader de criptomoedas Bonk Guy, também conhecido como Unipcs, afirma que uma falha sistêmica nas principais corretoras centralizadas durante a queda do mercado em 10 de outubro de 2025 causou sua maior perda em um único dia: um valor de oito dígitos. Nas semanas e nos meses seguintes, perdeu mais milhões ao operar em excesso para recuperar o dinheiro e provar seu valor. Bonk Guy diz que uma pausa de vários meses nas negociações talvez o tivesse tornado um trader melhor. Ele também alerta que a experiência não garante lucros: estratégias que funcionaram em um ciclo de mercado podem fracassar em outro. As altas anteriores das memecoins, incluindo DOGE e SHIB em 2021 e WIF, POPCAT e FARTCOIN de 2024 ao início de 2025, mostram que as oportunidades podem ser específicas de cada ciclo. A lição para os traders é gerenciar o risco, perceber quando sua vantagem desapareceu e evitar forçar operações; às vezes, o melhor é ficar fora do mercado até que as condições melhorem.
O Circle Gateway ampliou o suporte para além do USDC e passou a incluir cirBTC e EURC, oferecendo aos desenvolvedores uma interface compartilhada para acessar o mesmo ativo nas blockchains compatíveis. Cada ativo mantém um saldo separado e não é convertido automaticamente em outra moeda. A Circle afirmou que, em meados de outubro de 2026, as transferências pelo Gateway já haviam ultrapassado US$ 10 bilhões.
O suporte varia conforme a rede: cirBTC está disponível na Arc e na Ethereum, enquanto EURC é compatível com Arc, Avalanche, Base, Ethereum, Solana e World Chain. O acesso em menos de 500 milissegundos anunciado pelo Gateway se aplica depois que o saldo é estabelecido; antes disso, os depósitos precisam atingir a finalidade na rede de origem. Os fundos ficam em contratos de escrow não custodiais da GatewayWallet, enquanto uma rota de saque separada, que não depende da API da Circle, tem um prazo de espera de sete dias. Os bitcoins que lastreiam o cirBTC são mantidos por uma entidade regulada da Circle, portanto os usuários continuam dependendo da custódia dessas reservas pela empresa.
Os dois ativos podem ser usados com o Circle Nanopayments, embora pagamentos em ativos diferentes de USDC sejam limitados a redes compatíveis com a Ethereum Virtual Machine. No lançamento, a Circle está isentando as taxas do Gateway para cirBTC e EURC na Arc. O EURC é lastreado em reservas de euros e está em conformidade com as regras MiCA da UE; o cirBTC é lastreado em Bitcoin na proporção de 1:1. A expansão pode simplificar pagamentos entre blockchains e reduzir a necessidade de as empresas pré-financiarem várias redes, mas os desenvolvedores devem verificar as combinações compatíveis de ativos, redes e pagamentos e levar em conta os custos de depósito, saque e liquidação.
Os preços do aluguel de GPUs Nvidia subiram porque a demanda por capacidade computacional para IA está superando a oferta disponível. Em meados de outubro de 2026, as tarifas de aluguel das H200 haviam aumentado cerca de 160% desde janeiro; os preços das B200 subiram aproximadamente 120%, os das RTX PRO 6000 cerca de 65% e os das H100, em torno de 35%. Até mesmo alugar uma A100 custa mais do que em janeiro. As tarifas sob demanda das H200 estavam em torno de US$ 4,27–US$ 4,94 por GPU-hora, em comparação com US$ 1,47–US$ 3,88 nos mercados spot e mais de US$ 7,91 nos principais provedores de nuvem. Em 1º de outubro, a Nebius aumentou em 20% a tarifa das H200, para US$ 5,40 por hora, e elevou os preços das H100 em 17%. Separadamente, os benchmarks das H100 mostram uma alta de cerca de 30% em relação ao ano anterior, com tarifa mediana sob demanda de US$ 3,49 por GPU-hora e unidades no mercado secundário sendo vendidas por aproximadamente US$ 25.000–US$ 40.000. Os aumentos registrados variam conforme os benchmarks, e provedores de hiperescala podem cobrar de 1,7 a 2,7 vezes mais do que provedores especializados. As altas indicam capacidade limitada na infraestrutura de IA e possíveis custos maiores para os compradores, ao mesmo tempo que melhoram os retornos dos proprietários de GPUs. Para quem negocia criptomoedas, isso é um indicador indireto da demanda por data centers e capacidade computacional, não um catalisador direto dos preços das criptomoedas.
O hashrate do Bitcoin voltou a superar 1 zettahash por segundo (ZH/s) na semana até 22 de outubro, atingindo seu nível mais alto desde 3 de março, segundo a BlocksBridge Consulting. A recuperação ocorre enquanto algumas mineradoras de capital aberto redirecionam capacidade para inteligência artificial e computação de alto desempenho. Anteriormente, a BlocksBridge informou uma queda de 23% no hashrate efetivamente utilizado por essas mineradoras, um aumento trimestral de 52% na receita com IA e HPC e cerca de US$ 1,5 bilhão em equipamentos de mineração deslocados. Os dados mais recentes não identificam a origem do hashrate de Bitcoin que voltou; as máquinas podem ter sido vendidas ou transferidas para operadores menores, em vez de desligadas.
A dificuldade de mineração subiu 5,92% em 16 de outubro, e a BlocksBridge projetou um novo aumento de 5,16% no próximo ajuste. Juntas, as mudanças podem elevar a dificuldade em cerca de 11,4%, intensificando a concorrência e pressionando as margens dos mineradores. Um hashrate maior do Bitcoin contribui para a segurança da rede, mas não garante aumento de receita ou lucratividade para os mineradores, que também dependem do preço do BTC, das taxas, das recompensas por bloco, dos custos de eletricidade e da eficiência dos equipamentos. Para os traders, os números apontam para uma concorrência mais acirrada na mineração, e não para um sinal direto sobre a direção do preço do BTC no curto prazo.
A Block apresentou Dessa, um modelo de IA de voz desenvolvido para conversas naturais, em tempo real e full-duplex. Treinada do zero com fala humana em um único sistema Nvidia GB200 NVL72, Dessa foi projetada para lidar com interrupções, risadas e mudanças de tom. Segundo a Block, ela pode ser executada localmente em um MacBook Pro com chip M4 Max ou superior.
Dessa continua sendo uma prévia de pesquisa, disponível para um pequeno grupo de pesquisadores de segurança em IA. A Block não divulgou o tamanho do modelo, os resultados de benchmarks nem a data de lançamento público, e as demonstrações não foram testadas de forma independente. As reações elogiaram a naturalidade da fala, mas também levantaram preocupações de que vozes realistas geradas por IA possam tornar golpes e falsificações de identidade mais convincentes. Para traders de criptomoedas, o lançamento não tem impacto direto claro sobre o preço do Bitcoin ou de outros ativos digitais. Sua relevância está principalmente na estratégia tecnológica da Block e no debate mais amplo sobre segurança em IA e fraude; a Block também atua nos setores de pagamentos e Bitcoin.
O Bitcoin caiu 2,2% em 24 horas, para cerca de US$ 79.700, seu menor nível em mais de um mês, após notícias de que funcionários dos EUA estavam sendo retirados de postos diplomáticos e bases militares no Oriente Médio aumentarem a preocupação com uma possível ameaça iraniana. Ethereum, XRP e Solana também recuaram de 3% a 4%, indicando vendas generalizadas no mercado de criptomoedas. O relatório mais recente cita um memorando do chefe de inteligência dos EUA, Jay Clayton, segundo o qual as atividades iranianas contra funcionários americanos haviam aumentado e os planos para atacar cidadãos dos EUA tinham avançado. O presidente Donald Trump também sugeriu que a ação militar contra o Irã poderia se intensificar após as eleições de meio de mandato nos EUA. Recentemente, o Bitcoin havia recuado de cerca de US$ 85.000. Os traders estão atentos ao nível de US$ 80.000, enquanto US$ 78.000 e US$ 75.000 podem servir como zonas de suporte caso as tensões piorem. Uma redução das tensões nas próximas 48 a 72 horas poderia favorecer uma recuperação, enquanto novos incidentes poderiam aprofundar as perdas. A incerteza geopolítica está pressionando o Bitcoin e pode manter os operadores de criptomoedas cautelosos.
As empresas de tesouraria de Bitcoin Strategy e Strive usaram financiamento por meio de ações preferenciais para adquirir 135.979 BTC desde o início de 2025 até 5 de outubro. As compras representam mais de 0,5% da oferta máxima de Bitcoin, e o mercado de ações preferenciais está avaliado em cerca de US$ 12 bilhões, segundo a Fidelity Digital Assets.
As ações preferenciais perpétuas não têm data de vencimento fixa e atraem investidores que buscam renda sem deter Bitcoin diretamente. No entanto, a emissão de mais ações aumenta as obrigações recorrentes de pagamento de dividendos. A captação de novos recursos também depende do apetite dos investidores e dos preços das ações: se as ações preferenciais forem negociadas abaixo do valor nominal, novas emissões podem se tornar menos atraentes, enquanto as recompras podem disputar capital com as compras de Bitcoin.
Recentemente, a Strategy gastou US$ 193 milhões na recompra de ações preferenciais STRC enquanto comprava 267 BTC, e elevou para US$ 3 bilhões a autorização para recomprar suas ações preferenciais. As recompras podem reduzir os custos futuros com dividendos, mas limitar os recursos disponíveis para acumular Bitcoin. Em comparação, os ETFs de Bitcoin à vista dos EUA atraíram cerca de US$ 57 bilhões em entradas líquidas acumuladas e têm aproximadamente US$ 106 bilhões em ativos. A Bitwise espera que os ETFs continuem sendo a maior fonte de demanda por Bitcoin, com as ações preferenciais atuando como um canal secundário. Esse modelo de financiamento pode sustentar a demanda por Bitcoin quando as condições de mercado forem favoráveis, mas sua contribuição pode diminuir se o sentimento ou os preços das ações caírem.
A Blockaid informou que há um ataque em andamento contra a X100, um projeto baseado em Ethereum, e que duas transações levaram cerca de 4,85 milhões de USDT até as 22h49. Um dos invasores assumiu o controle de dois dos três assentos do Senado de governança da X100 e vendeu 400 mil tokens X em um pool de liquidez que havia criado. Um segundo invasor queimou a posição de liquidez da Uniswap V3 mantida pelo contrato Freezer da X100. A Blockaid também compartilhou endereços suspeitos de pertencer aos invasores e exemplos de transações. A exploração da X100 coloca em dúvida a segurança do tesouro, da liquidez e da governança do projeto, além de poder aumentar a pressão de venda sobre seu token.
A Stripe e a Plasma planejam expandir seu serviço de cartões de pagamento com stablecoins de mais de 30 países para mais de 100 até 2027. Anunciada em 15 de outubro de 2026, a iniciativa integrará as contas multimoedas da Plasma One à infraestrutura de cartões da Stripe. A expectativa é que os usuários possam gastar saldos em moedas fiduciárias e stablecoins, incluindo USDC e OUSD, em cinco moedas: dólar americano, real brasileiro, euro, peso mexicano e peso colombiano. Os recursos planejados incluem a seleção automática da moeda no momento do pagamento; segundo as empresas, pagamentos com stablecoins podem reduzir tarifas de câmbio e atrasos em transferências internacionais. Estima-se que a infraestrutura de cartões da Stripe para stablecoins processe cerca de US$ 1,2 bilhão em gastos mensais em 2026. A expansão pode ampliar o uso de stablecoins em pagamentos do dia a dia, mas a meta de chegar a 100 países é um objetivo futuro, e o crescimento das transações dependerá da implantação do serviço e da demanda dos usuários.
A Coinbase Derivatives suspendeu a negociação de futuros e futuros perpétuos às 05h00, no horário central dos EUA, em 24 de outubro de 2026, para uma manutenção programada com duração de até nove horas. A previsão era de que as negociações fossem retomadas por volta das 14h00. Durante a manutenção da Coinbase Derivatives, os usuários podiam fazer login e consultar os saldos, mas não podiam abrir posições nem modificar ordens existentes. O trabalho combinou a manutenção trimestral de rotina com o teste anual de recuperação de desastres da Futures Industry Association. Um período de manutenção semelhante em janeiro durou cerca de três horas, e foi informado que a pausa de outubro não provocou oscilações significativas nos preços nem interrupções de liquidez. A Coinbase está avançando para a negociação 24 horas por dia, 7 dias por semana, de alguns produtos derivativos e eliminando gradualmente os fechamentos diários durante a semana, embora as manutenções programadas continuem. Traders com posições alavancadas devem levar em conta os períodos em que não podem ajustar as ordens.
A CMCC Global planeja tokenizar dois fundos de ativos digitais, o Crest e o Liberty Bitcoin Accumulation Fund (LBAF), usando a infraestrutura Hadron da Tether para emissão e administração. A Bitfinex Securities distribuirá os fundos tokenizados sob o marco regulatório de ativos digitais de El Salvador. Ambos os fundos têm uma estrutura de fundos de fundos, e seus tokens representam direitos econômicos sobre cotas dos fundos subjacentes. Os tokens são emitidos mediante cotas correspondentes e queimados no resgate; os investidores precisam passar por verificações de identidade e de prevenção à lavagem de dinheiro, e as posições ficam restritas a endereços autorizados em uma lista de permissões.
Denominado em dólares, o Crest busca superar os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA. Denominado em bitcoin, o LBAF tem como meta retornos líquidos anuais de 8% a 12%, medidos em BTC, mas essa meta não é garantida. Se o bitcoin cair, os investidores do LBAF poderão ter mais BTC, enquanto o valor do investimento em dólares diminui. A BTCS S.A. concordou, em princípio, em fornecer uma alocação vinculada ao bitcoin descrita como de três dígitos, embora o valor exato não tenha sido divulgado. Os tokens do Crest custam US$ 10 cada, e os do LBAF, 0,0001 BTC cada.
Os fundos de bitcoin tokenizados propostos podem ampliar o acesso regulado a produtos de investimento em ativos digitais, mas não foram divulgados uma data de lançamento nem o valor exato da alocação. Emissão, governança dos fundos, risco de investimento e liquidez no mercado secundário continuam sendo considerações importantes para os traders.
O IRS planeja reformular seu Programa de Divulgação Voluntária antes de dezembro, possivelmente reduzindo as penalidades e oferecendo planos de parcelamento ou acordos para quitação de débitos aos contribuintes que revelarem infrações passadas, incluindo renda não declarada com criptomoedas. Jarod Koopman, chefe da divisão de Investigação Criminal do IRS, disse que a agência pretende resolver os casos em até 120 dias após receber a documentação completa, em comparação com os prazos atuais, que podem ultrapassar um ano. A regularização de impostos sobre criptomoedas será feita pelo programa geral, e não por um processo separado para ativos digitais.
As mudanças propostas ocorrem enquanto plataformas de custódia se preparam para cumprir as exigências de declaração do formulário 1099-DA para 2025, o que pode tornar as vendas de ativos digitais mais visíveis para o IRS. Separadamente, o Digital Asset Tax Certainty Act foi aprovado pela Comissão de Meios e Recursos da Câmara. Uma disposição permitiria que contribuintes elegíveis evitassem penalidades sobre os primeiros US$ 25 mil de uma diferença de imposto, desde que determinadas condições fossem atendidas. O projeto ainda não virou lei, e o IRS não finalizou as regras do programa nem os níveis das penalidades. Para traders que não declararam anteriormente rendimentos de negociação, staking ou mineração, a reformulação da divulgação fiscal de criptomoedas pode oferecer uma forma mais rápida de lidar com uma possível exposição tributária.
Duas análises de investimento apresentam uma perspectiva otimista para a TSMC, citando a demanda sustentada por chips de IA e o avançado roteiro de fabricação da empresa. Uma delas atribui recomendação de compra forte e preço-alvo de US$ 577, prevê lucro por ação de US$ 21,36 em 2027 e aponta o processo de 2 nm da TSMC e o encapsulamento avançado como motores de crescimento. Uma análise posterior estabelece uma meta de longo prazo mais alta, de US$ 702,80, destacando a expansão da capacidade global, maior poder de precificação e uma avaliação citada de 23,57 vezes o lucro. Ela considera que a recente consolidação do preço das ações e os indicadores técnicos de sobrevenda podem representar um possível ponto de entrada, mas alerta para atrasos em data centers, pressão sobre o fluxo de caixa livre das grandes empresas de computação em nuvem até meados de 2027 e limitações da rede elétrica. Essas são opiniões de analistas, não orientações da empresa. As perspectivas da TSMC podem influenciar o sentimento mais amplo em relação ao setor de semicondutores, mas nenhuma das análises identifica um efeito direto sobre os preços das criptomoedas.
O atraso da lei CLARITY dos EUA pode tornar jurisdições da Ásia, do Oriente Médio e das Bermudas mais atraentes para empresas de ativos digitais, afirmou Peter Hughes, CEO do Apex Group. O projeto de lei não avançou no Senado em setembro após divergências sobre disposições de ética e recompensas em stablecoins, deixando incerta a supervisão federal das criptomoedas e as atribuições da SEC e da CFTC. O atraso da lei CLARITY pode influenciar onde as empresas lançam produtos e onde as instituições investem capital, mas as notícias não apontam efeitos imediatos sobre os preços das criptomoedas nem sobre a liquidez do mercado.
Hughes afirmou que a Europa pode se beneficiar pouco do atraso, descrevendo as regras MiCA da UE como restritivas e lentas para evoluir. Separadamente, a Apex, que presta serviços para mais de US$ 3,5 trilhões em ativos, está trabalhando com a droppRWA e a Tokeny na tokenização regulamentada de ativos do mundo real, começando pela Arábia Saudita. Imóveis sauditas tokenizados podem atrair investidores estrangeiros, embora ainda seja necessário vincular os tokens aos registros legais de propriedade. Hughes também mencionou fundos do mercado monetário tokenizados e stablecoins regulamentadas com rendimento como possíveis impulsionadores da adoção institucional. Em geral, a incerteza em torno da lei CLARITY é uma questão regulatória e de localização de negócios de longo prazo, não um catalisador imediato para as negociações.
Neutral
US crypto regulationCLARITY ActDigital assetsAsia and Middle EastStablecoins
A Bloomberg ampliou seu serviço Crypto Exposure Analytics para ajudar bancos e gestores de ativos a identificar, classificar e reportar exposições a criptoativos e ativos do mundo real tokenizados segundo a estrutura prudencial do Comitê de Basileia. A ferramenta analisa fundos, ações, títulos e derivativos para detectar exposições diretas e indiretas, inclusive conexões que talvez não sejam evidentes pelo nome de um instrumento ou pela estratégia declarada. Ela abrange produtos como pares à vista, contratos futuros e opções listados, índices e tickers de fundos, e fornece dados de classificação por meio do Bloomberg Terminal e do Data License. A análise da Bloomberg identificou cerca de 1.700 fundos potencialmente relevantes; aproximadamente metade não divulgava explicitamente exposições a criptoativos em suas estratégias de investimento. O Morgan Stanley afirmou que está usando a ferramenta para analisar as posições dos fundos e classificar exposições segundo as regras de Basileia. A expansão do Bloomberg Crypto Exposure Analytics reflete a crescente demanda institucional por relatórios regulatórios e monitoramento de riscos, mas as instituições continuam responsáveis por validar as classificações. Por si só, ela não indica o tamanho das exposições nem uma mudança direta na demanda do mercado de criptoativos.
Na TOKEN2049 Singapore, Arthur Hayes afirmou que lançamentos de tokens com alta FDV e baixa quantidade em circulação inicial já não sobem de forma confiável após serem listados na Binance. Ele criticou as pré-vendas de capital de risco e os desbloqueios de tokens, dizendo que a venda por investidores iniciais pode deixar os compradores de varejo expostos e que o modelo está perdendo apoio do mercado.
A Flop Labs planeja lançar o FLOP de forma justa, sem pré-venda nem alocação para fundos de capital de risco. Os participantes da testnet receberiam tokens por suas contribuições. Cerca de 4,4 bilhões de FLOP — 24,3% da oferta projetada de 18,1 bilhões de tokens no décimo ano — estão reservados para um airdrop de gênese. A campanha deve começar no fim de outubro ou no início de novembro de 2026 e durar cerca de 90 dias; a mainnet está prevista para o primeiro trimestre de 2027. Hayes está financiando o projeto pessoalmente. O FLOP ainda não está sendo negociado, e Hayes alerta que ofertas de acesso antecipado ou de venda são golpes. Os traders devem acompanhar a oferta circulante, os cronogramas de desbloqueio e as alocações a pessoas de dentro, em vez de presumir que uma listagem na Binance impulsionará os ganhos.
Neutral
Arthur HayesFLOP tokenFair launchTokenomicsCrypto airdrop
A Kraken retirou um questionário destinado aos clientes de Monero (XMR) que perguntava sobre seus empregadores, a origem de seus recursos e o uso pretendido das moedas. O co-CEO Arjun Sethi afirmou que as perguntas eram inadequadas e decorreram de um erro interno, não de uma exigência regulatória; os clientes afetados não precisam responder. A Kraken continuará realizando as verificações padrão de combate à lavagem de dinheiro sobre a origem dos recursos, mas afirma que os clientes não precisam explicar como usam Monero depois de sacá-lo. Monero continua disponível para negociação nas regiões elegíveis, mas a Kraken não aceita depósitos de XMR. Usuários do Espaço Econômico Europeu e do Reino Unido não podem negociar XMR, enquanto usuários do Canadá e da Austrália não podem depositá-lo, mantê-lo ou negociá-lo. A mudança elimina uma solicitação de informações aos clientes, mas não suspende as restrições regionais nem as restrições a depósitos de Monero já existentes.
A NIP Group concordou em adquirir equipamentos de mineração de Bitcoin com capacidade de cerca de 4,47 exahashes por segundo (EH/s), em um negócio avaliado em até US$ 27,3 milhões. As máquinas já estão em operação em instalações de hospedagem, mas a aquisição depende da conclusão do negócio e a propriedade ainda não foi transferida. A NIP planeja pagar emitindo até 247.091.740 ações ordinárias Classe A, o que pode preservar o caixa, mas diluir a participação dos acionistas atuais.
Se o negócio for concluído, a NIP estima que sua capacidade total instalada de mineração de Bitcoin aumentará para cerca de 13,85 EH/s. A implantação completa poderia elevar a produção mensal para aproximadamente 195 BTC, em comparação com a meta anterior de 160 BTC; a empresa citou um valor estimado de cerca de US$ 16 milhões por mês, com base nos preços vigentes na época. A produção e os retornos reais dependerão da dificuldade da rede, do tempo de atividade, dos custos de eletricidade e dos preços do Bitcoin.
A empresa de esports e infraestrutura digital começou a minerar Bitcoin em julho de 2025 e afirma que a expansão apoia sua estratégia mais ampla de infraestrutura, incluindo possíveis oportunidades em IA e computação de alto desempenho. No entanto, máquinas de mineração de Bitcoin não são intercambiáveis com hardware de uso geral para IA. Para os traders de Bitcoin, o negócio representa uma expansão da capacidade da empresa, e não um catalisador direto para a demanda ou o preço do BTC.
A Franklin Templeton adicionou cerca de US$ 150 milhões em cotas tokenizadas de seu OnChain U.S. Dollar Short-Term Money Market Fund ao XRP Ledger, em duas subscrições de US$ 75 milhões. As cotas do fundo mantidas no XRP Ledger chegaram a quase 193 milhões, com valor aproximado de US$ 200 milhões ao preço registrado de US$ 1,039 por cota. As cotas no XRP Ledger estão concentradas em uma única carteira, mas não está claro se ela pertence a um único investidor ou a um custodiante que representa vários clientes. O fundo investe em dívida de curto prazo dos Estados Unidos e em instrumentos do mercado monetário. É o segundo maior ativo tokenizado do XRP Ledger, atrás da stablecoin RLUSD da Ripple. Os detentores precisam da aprovação do emissor, e a Franklin Templeton pode congelar ou recuperar os tokens. A expansão aponta para um uso institucional maior de ativos tokenizados no XRP Ledger, mas não comprova uma demanda ampla dos investidores nem um aumento direto nas compras de XRP.
Neutral
Franklin TempletonXRP LedgerTokenized money market fundRLUSDInstitutional adoption
Arthur Hayes afirmou que sua empresa de investimentos, a Maelstrom, vendeu suas posições em ETH, ENA, UNI e outras altcoins para realizar lucros. O rastreador on-chain Lookonchain estimou as vendas em cerca de US$ 22,28 milhões, incluindo 6.400 ETH avaliados em US$ 15,2 milhões, 14 milhões de ENA no valor de US$ 2,76 milhões e 323 mil UNI avaliados em US$ 2,24 milhões. Também foram relatadas vendas de ETHFI, AERO, PENDLE e ZAMA. Hayes mencionou a incerteza macroeconômica e geopolítica e disse que o mercado de criptomoedas talvez precise cair antes de se recuperar. Ele pretende ficar à margem até que surjam sinais mais claros. Essas vendas podem aumentar a cautela no curto prazo em relação a esses tokens, mas as operações de um único investidor não confirmam uma reversão mais ampla do mercado.
Bearish
Arthur HayesAltcoinsETHMarket OutlookProfit-Taking
O histórico do Bitcoin após as eleições de meio de mandato dos EUA não mostra uma queda pós-eleitoral consistente. Uma análise das eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022 encontrou retornos de curto prazo bastante distintos: o BTC subiu 31,6% nos 30 dias após a votação de 2010, mas caiu 45,5% depois da eleição de 2018. Segundo os dados citados, o Bitcoin estava em um nível mais alto um ano após cada eleição, com ganhos que variaram de 23% após a votação de 2014 a 1.580% após a de 2010. Depois da queda de 2018, o BTC havia subido 45,2% um ano mais tarde.
A análise afirma que a incerteza política relacionada às eleições pode influenciar o Bitcoin por meio do apetite por risco, especialmente porque o BTC está mais conectado às ações dos EUA e à liquidez global. A volatilidade também pode provocar liquidações de posições alavancadas e transferir moedas de vendedores temerosos ou forçados a vender para compradores que acumulam a preços mais baixos. O resumo posterior também cita relatos de aumento na acumulação por grandes detentores (whales). Esses dados históricos abrangem apenas quatro eleições e não preveem retornos futuros; além disso, as taxas de juros atuais e os fluxos de ETFs também diferem dos ciclos anteriores.
A Initia interrompeu sua blockchain de camada 1 e os rollups conectados em 23 de outubro de 2026, depois que um invasor explorou uma vulnerabilidade inédita do MoveVM. A Initia informou que a falha permitia a criação não autorizada de tokens, mas não afetava a emissão do INIT nativo. A rede parou de processar transações às 15:41:30 UTC, e nenhuma data para a retomada foi anunciada.
Segundo relatos, o invasor criou 2 milhões de AUSD em ponte, com valor nominal de cerca de US$ 7,48 milhões, e depois transferiu para a Ethereum entre US$ 2,65 milhões e US$ 2,73 milhões em ativos reais das reservas da ponte. As saídas relatadas incluíram AUSD, 105 ETH e 1,08 milhão de USDC; uma análise posterior afirmou que os fundos foram convertidos em cerca de 1.135,5 ETH. O esvaziamento das reservas deixou alguns usuários impossibilitados de resgatar ativos em ponte.
A emissora do AUSD, Agora, disse que suas próprias reservas não foram afetadas e que tentaria congelar, quando possível, os AUSD ligados ao invasor. Upbit e KuCoin suspenderam depósitos e saques de INIT, embora a Upbit tenha inicialmente mantido as negociações à vista abertas. A Initia ainda não confirmou o prejuízo final, um plano de compensação ou um cronograma de retomada. A investigação do ataque à Initia continua em andamento, mantendo em foco a segurança das pontes e o risco de mercado do INIT.
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Blur e Blast, projetos fundados por Tieshun “Pacman” Roquerre, estão encerrando as atividades após não conseguirem transformar a movimentação impulsionada por airdrops em receita sustentável. A Blur planeja fechar seu site em 12 de novembro e deixar de intermediar novos empréstimos da Blend. A Blast citou custos operacionais superiores à receita e definiu 26 de outubro como prazo para saques normais por meio de sua página oficial.
Os dois projetos usaram pontos e airdrops de tokens para atrair usuários. O volume mensal de negociações da Blur chegou a cerca de US$ 1,43 bilhão, mas dados da DefiLlama apontam que a receita acumulada do protocolo foi de apenas US$ 2,26. Mais tarde, o volume mensal caiu para menos de US$ 7 milhões, e o BLUR recuou cerca de 99,8% em relação à máxima registrada no dia do lançamento. A Blast atraiu mais de US$ 510 milhões em depósitos antes do lançamento de sua mainnet e distribuiu 17 bilhões de BLAST em seu primeiro airdrop. Em três rodadas, os projetos distribuíram tokens com valor estimado em cerca de US$ 850 milhões. Segundo a DefiLlama, o TVL da Blast caiu de um pico de US$ 2,26 bilhões para cerca de US$ 11,5 milhões no encerramento.
Para os traders, o encerramento da Blur e da Blast mostra que airdrops podem gerar liquidez de curto prazo sem criar demanda ou receita duradouras. Quem tomou empréstimos na Blend deve quitá-los antes do fechamento da Blur para evitar a inadimplência e a possível perda dos NFTs dados como garantia; usuários da Blast devem seguir as instruções oficiais e os prazos para saques. O impacto direto no mercado como um todo provavelmente será limitado, mas o sentimento em relação a BLUR, BLAST e projetos movidos por incentivos pode continuar fraco.